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“Inherent vice” é a centerpiece do NYFF

20 jul 2014 / 6 comentários / em Cinema / por

por Myrna Sylveira Brandão, de Nova York

 

“Inherent vice”, de Paul Thomas Anderson, será a Centerpiece – destaque para um título que prima pela inovação e criatividade  –  do Festival de Nova York.

 

O filme, um drama criminal e de mistério,  terá première mundial na 52ª edição do festival (26.09 a 12.10).

 

Primeiro longa adaptado de um livro de Thomas Pynchon, “Inherent vice” traz nos papéis principais Joaquin Phoenix, Josh Brolin  Reese Witherspoon e Benicio Del Toro.

 

Ambientada em Los Angeles em 1970, a história segue  o detetive viciado em drogas Larry “Doc” Sportello (Phoenix), que  investiga o desaparecimento de sua ex namorada.

 

Também estão no elenco Owen Wilson, Martin Short, Jena Malone, Joanna Newsom e Katherine Waterston.

 

Ao fazer o anúncio, Ken Jones, diretor do festival, disse que cada novo filme de Anderson é um evento e uma grande experiência.

 

“Quando as luzes do cinema se acendem nos sentimos como se estivéssemos estado em algum lugar e retornado com a mente mudada. ‘Inherent vice’ é uma jornada através do passado trazendo a textura do início dos anos 70, da contra cultura do sul da  Califórnia, de volta para a vida atual. É um filme engraçado, sensível, impressionante e ricamente detalhado”, declarou.

 

É a terceira vez de Anderson no festival, onde esteve em 1997 com “Boogie nights: Prazer sem limites” e em 2002 com “Embriagado de amor”.

 

Conforme previamente anunciado, “Gone girl”, novo filme de David Fincher também terá première mundial no NYFF como o filme de abertura.

6 comentários:

  1. Vijay disse:

    Hi there! This post could not be written any bteetr!Reading this post reminds me of my old room mate! He always kept talking about this.I will forward this article to him. Pretty sure he will havea good read. Thank you for sharing!

  2. Marylada disse:

    That’s a craakerjcck answer to an interesting question

  3. Karina disse:

    Bem, em primeiro lugar well-done pela ideia Jorge, o Melhor Filme Estrangeiro tambe9m smerpe me interessou bastante (provavelmente a parte dos Oscares que mais me interessa), apesar da poledtica por detre1s da coisa e da falta de credibilidade que, sinceramente, tem.Em relae7e3o ao teu texto, he1 algumas ideias, na tua racionalizae7e3o sobre a falta de ‘sucesso’ do nosso cinema le1 fora, com as quais ne3o concordo, nomeadamente considerar Oliveira o fanico cineasta com “nome a se9rio le1 fora”. Acho que temos que nos convencer de uma vez por todas que o pfablico americano ne3o vea cinema portugueas, ponto. E ne3o me parece que isso ve1 mudar te3o cedo. Mas os EU ne3o se3o o mundo, conhee7o muita gente dos quatro cantos do mundo que conhece o nosso cinema, inclusive pessoas que nem sequer gostam dos filmes do mestre.Mas este artigo e9 sobre os Oscares, eu sei, por isso esse argumento ne3o vale de muito. Sf3 queria deixar isso dito. Acho que dos filmes que apontas como prove1veis sere1 mesmo o ‘Ange9lica’ ou o ‘Embargo’ (vou o ver dia 15). E tambe9m tenho muita pena que o ‘Miste9rios de Lisboa’ ne3o chegue mais cedo, podia mudar a coisa, especialmente tendo em conta a presene7a francesa e o facto de a academia gostar de obras de e9poca.Mais uma vez, excelente ideia, e vou sem dfavida pensar em algo semelhante para o Ante-Cinema. Desculpa le1 o comente1rio extensivo.Abrae7o.

  4. Toshiyuki disse:

    Fazer anos e9 sempre bom,de boa safade junto de quem mais gotoamss ainda melhor. c9 isso que para ti desejo neste dia de aniverse1rio. Parabe9nsAntf3nio Eduardo Ferreira

  5. Grazzi disse:

    it of the Coens, Mathieu targeted Linklater for this, I tuernd it on Anderson, etc. But it is a completely meaningless term of abuse, surely. It is below us!”It’s like blasting someone for being short, bald, or a pinko. It’s always easy code for: ‘I think this filmmaker is inauthentic, pandering to an audience, emotionally manipulative, cashing in on fashion’, etc etc – and then invariably setting him or her up against some ‘visionary’, some ‘true artist’, some spectacularly true-to-themselves human being, who is supposedly the opposite of all that. (And of course, to accuse someone else of being hip means that you yourself are ‘above and beyond hip’!) This is just ad hominem abuse. Who knows, finally, whether Linklater (or Coens or Jarmusch or anyone) is busting a gut to be ‘hip’? Perhaps they are in fact serious and genuine about what they do! And, by the same token, I bet if Blake Edwards (to cite a director I love) COULD be hip, he would be, in a split second!”Filmmaking – and, er, life itself – is always a messy mixture of authentic and inauthentic motives, ‘maverick’ gestures and compromises.”We have to say more than that someone is ‘hip’ to mount a intelligent critique of their work. Otherwise, it’s just schoolyard name-calling…”

  6. Joselyn disse:

    Also, if there are other web pieces you like by the ‘five hunrgy men’, could you please post the links here? We can collect them all in one place. And thanks for the Vertigo link, Zach. I had never even heard of the magazine.Just realized that a cool mag that used to be on-line, Cinemad, let its domain expire and its archives have gone poof. A shame; I’d have printed off the articles if I knew that was going to happen.

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