Laboratório Pop

Mais brazucas na Berlinale 2020

23 jan 2020 / Sem comentários / em Cinema

Myrna Silveira Brandão

O Festival de Berlim divulgou novos filmes da mostra Geração de sua 70ª edição (28.2 a 1.3). A sessão – destinada aos adolescentes – tem o júri também constituído por jovens nessa faixa etária.
São 59 filmes em competição, vindos de 34 países, incluindo 29 premières e 11 estreias na direção.

Em comunicado anterior o Brasil já tinha sido incluído na Mostra com “Meu nome é Bagda”, de Caru Alves de Souza, sobre o poder de emancipação de skatistas mulheres.

Entre os agora anunciados, foram selecionados “Alice Júnior”, de Gil Baroni, no qual a personagem título compartilha sua alegria de viver com colegas de classe e a comunidade online; o road movie experimental “Irmã”, de Luciana Mazeto e Vinicius Lopes; e o curta-metragem rã, de Ana Flávia Cavalcanti e Julia Zakia.

Maryanne Redpath, diretora da mostra, resumiu o cerne do programa desta edição.

“Um olhar atento e aberto, com o questionamento de convenções e transgressões muitas vezes dramáticas das fronteiras, tornam os filmes da Geração particularmente poderosos: não só em suas histórias e tópicos, mas também em sua linguagem cinematográfica”, ressaltou Redpath.

Além dos títulos da Geração, o Brasil também marca presença em outras paralelas. Na Fórum com “Luz nos Trópicos”, de Paula Gaitán, “Vil, Má”, de Gustavo Vinagre, e Apiyemiyeki, de Ana Vaz (Fórum Expanded).

E na Panorama –com “Cidade Pássaro”, de Matias Mariani; “Nardjes A.”, de Karim Aïnouz; “O Reflexo do Lago”, de Fernando Segtowick; e “Vento Seco”, de Daniel Nolasco.

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