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Berlinale 2015: Brasil abre Mostra Panorama

16 jan 2015 / 1 comentário / em Cinema / por

por Carlos Augusto Brandão, de Berlim

 

O Festival de Berlim (5 a 15 de fevereiro) confirmou a participação de seis filmes brasileiros em sua 65ª edição.

 

“Sangue azul”, de Lirio Ferreira, será o filme de abertura da Panorama, a paralela mais prestigiada do festival. Estarão ainda na Mostra “Ausência”, de Chico Teixeira, e “Que Horas ela volta?”, de Anna Muylaert, que também integra a programação do próximo Festival de Sundance.

 

O longa de Ferreira, que ganhou o Redentor de melhor filme no último Festival do Rio, aborda a relação entre dois irmãos que foram separados pela mãe na infância, temendo que eles desenvolvessem um caso amoroso.

 

“Ausência”, também premiado no Festival do Rio com o troféu Especial do Júri, segue um menino que trabalha na feira e toma conta da mãe e do irmão.

 

“Que horas ela volta?”, por sua vez, segue Val (Regina Casé), uma empregada doméstica vivendo em São Paulo e o reencontro com sua filha que morava no interior de Pernambuco com a avó.

 

Na cultuada Mostra Fórum, estão confirmados “Brasil S/A”, de Marcelo Pedroso – ganhador do prêmio de melhor diretor no Festival do Rio – e “Beira-mar”, de Felipe Matzembacher e Marcio Reolon, que terá première mundial na Berlinale.

 

Conforme anunciado anteriormente, na competição de curtas-metragens pelo Urso de Ouro, o Brasil marca presença com “Mar de fogo”, de Joel Pizzini, um filme-ensaio experimental sobre as pulsões inventivas de Mário Peixoto, autor de “Limite” (1930), um clássico do cinema mudo.

 

Na Mostra Oficial – que, conforme anúncio do festival, será completada na próxima semana – os destaques até agora são “Knights of cups”, de Terrence Malick; “Eisenstein in Guanajuato”, de Peter Greenaway; “Queen of the desert”, de Werner Herzog; “Taxi”, de Jafar Panahi; e “Nobody wants the night”, de Isabel Coixet, que abrirá a Berlinale nesta edição.

1 comentário:

  1. Somjit disse:

    , I prefer waithcng an entire film over bits and pieces. I’ll sometimes break long a movie into episodic viewings over a week’s worth of lunch breaks, but only if I’ve seen the film already. And, like Michael I’ll definitely watch a film discontinuously if I’m researching or writing about it. I don’t know about there being a sacredness to the whole but I suppose that’s the intended viewing experience. Imagine Scorsese handing you his latest feature and saying “nah, just watch chapters 3, 6, and 26.” 😛 Thought provoking questions, Girish, as usual.

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